segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Divulgação do livro publicado pela Chiado Editora "Lilium" da escritora Andreia Carpinteiro

Lilium - Espíritos da Natureza
Andreia Carpinteiro 
Escritora: Andreia Carpinteiro
Livro gentilmente enviado pela Editora Chiado, para eu dar a minha singela opinião.
Sinopse:
Naquela tarde de verão, a Liliana nunca imaginou que a sua vida iria mudar drasticamente e que descobriria um mundo que lhe era, até então, completamente desconhecido, existente há milhares de anos.
Uma batalha milenar desperta no mundo atual. O medo e a insegurança em relação ao desconhecido surge no seio da multidão. E numa luta contra o tempo, vários espíritos da natureza se juntam para travar o mal que pretende conquistar espíritos poderosos e destruir o mundo.
A escritora Andreia Carpinteiro:
Andreia Carpinteiro nasceu em Lisboa, a 24 de Janeiro de 1985.
Toda a sua infância e adolescência lhe permitiram um forte envolvimento com a escrita e a ilustração, através das orações que a avó paterna lhe ensinou, dos livros que lhe leram, da biblioteca na escola secundária e da animação que via na televisão.
Desde a primária que realiza algumas ilustrações, mas foi no final do quarto ano que, pelo incentivo do irmão mais velho, começou a aplicar-se mais e a aprofundar os seus conhecimentos.
Quando chega ao secundário descobre a biblioteca da escola. Inspirada nas suas aventuras de infância, nas leituras que fez na biblioteca e, principalmente, nos seus sonhos, começa a realizar os primeiros esboços de alguns trabalhos narrativos, entre eles o primeiro conto de Espíritos da Natureza.
Mais uma vez a Chiado Editora aposta numa nova escritora, Andreia Carpinteiro. Tive o prazer de a conhecer e de ver o excelente trabalho de grafia que ela elaborou para o livro.
Chiado editora a editora mais perto dos jovens escritores portugueses e mais perto do leitor. Leia livros da Chiado Editora, uma Editora que está mais perto do leitor e do escritor.

Excelentes leituras!

sábado, 23 de janeiro de 2016

Divulgação de livros da Editora Verso da História

A Raiz do Mundo
Francisco Ribeiro Rosa
1.ª edição fevereiro de 2014
N.º de pág.:304
ISBN:978-989-554-974-0
Editora:Verso da História
Preço:16,65 euros
Gentilmente enviado pela Editora Verso da História, para eu ler e dar a minha singela opinião.
Sinopse:
"Luís é um jovem lisboeta que perde a mulher que ama e, com ela, todos os laços que o prendem ao mundo. Admitindo que a sua vida deixou de fazer sentido, Luís parte para o Macongo para empreender a mais difícil das viagens – aquela que o devolverá a si próprio. À medida que Luís penetra na grande capital, Mufassa, e depois na densa selva do interior, descobrimos um país de contrastes, onde o luxo, o vício e a violência convivem com a pobreza e a vulnerabilidade extrema. Sobre as ruínas da África colonial nasce a falsa prosperidade e a democracia encenada por governos corruptos e pelos interesses das grandes potências mundiais. A Raiz do Mundo mostra-nos esta realidade através de vários e riquíssimos microcosmos – o íntimo das personagens. Desde o rapaz que se torna num mercenário cínico, passando pelo padre que procura a liberdade, mas acaba enfeitiçado pelo corpo de uma mulher, pelo senhor da guerra que acredita ser a reencarnação do medo, pelo coronel português, cego perante a queda do Império, ou pela esposa perfeita cujo casamento se revela um pesadelo – todos parecem ceder ao fascínio maligno da selva."retirado do site da Editora Verso da História


A Maldição do Corvo Negro
Autora: Ann Cleeves
1.ª edição maio de 2009
N.º de pág.:336
ISBN:9789896281366
Editora:Verso da História
Preço:19,95 euros
Gentilmente enviado pela Editora Verso da História, para eu ler e dar a minha singela opinião.
Sinopse:
"Numa fria manhã de janeiro, as ilhas Shetland jazem sob um espesso manto de neve.
A caminho de casa, os olhos de Fran Hunter são atraídos por uma mancha de cor viva no meio da brancura, sobre a qual paira um bando de corvos. Trata-se do cadáver estrangulado de Catherine Ross, a sua vizinha adolescente. Enquanto Fran abre a boca para gritar de horror, os corvos continuam a sua dança macabra… Os habitantes da pequena e tranquila ilha focam imediatamente as suas suspeitas num homem - o solitário e retardado Magnus Tait. Mas quando a polícia insiste em investigar mais a fundo, o véu da suspeita ergue-se sobre toda a comunidade. Pela primeira vez em muitos anos, os vizinhos de Catherine fecham nervosamente as portas à chave, enquanto um assassino vive no meio deles. A Maldição do Corvo Negro é um romance policial inesquecível e magnificamente concebido e consolida a reputação de Ann Cleeves como uma das mais importantes novas vozes no policial de ambiente psicológico. A Maldição do Corvo Negro é o primeiro livro de uma tetralogia, "O Quarteto das Shetland", todo passado nas Ilhas Shetland e que tem o detective Jimmy Perez como protagonista.

Ao longo destes quatro livros, o detective vai mantendo uma relação amorosa com Fran Hunter, uma pintora, mãe solteira de uma adolescente, que conhece justamente neste primeiro livro e o irá acompanhar ao longo dos próximos três casos de polícia passados neste sítio calmo e pacatíssimo, onde parece que nada de mal pode acontecer.
Policial clássico - com a estrutura típica do descobrir "quem é o culpado" dentro de uma comunidade fechada - mas com uma linguagem narrativa actual e que se lê de um fôlego, Ann Cleeves tem sido comparada a Barbara Vine e a Agatha Christie, pelo enredo clássico e a trama psicológica densa e tensa."retirado do site da Editora Verso da História

Excelentes leituras com a editora Verso da História, a editora que tem os livros que os leitores querem ler.

Divulgação de livros da Editorial Bizâncio

Basta! – Acabar Com o Genocídio no Darfur e Noutros Locais

Autor(es):Cheadle, Don e Prendergast, John
Pág.: 272
Número: 6
ISBN: 978-972-53-0348
Ano: 2007
Preço de Capa: €2.5
Preço Online: €2.5

Gentilmente enviado pela Editorial Bizâncio para eu ler e dar a minha sincera opinião. Muito obrigada.

Sinopse:

"Preocupa-se com o genocídio que atinge o povo do Darfur? 
Homicídios em massa, violações, tortura, fome e a imensa brutalidade desumana das guerras civis que assolam o Sudão, a Somália, o Congo e Uganda deixam-no esmagado? 
Gostaria de poder ajudar, de fazer ouvir a sua voz e não sabe o que fazer para intervir nessa tragédia distante? Este livro foi escrito para SI. 
Revoltados com a violência devastadora que atingiu o Darfur e outras zonas de África, o famoso actor Don Cheadle (actor de Hotel Ruanda) aliou-se ao activista dos direitos humanos e conselheiro de Bill Clinton, John Prendergast, para denunciarem o horror destas atrocidades. Num franco e esmagador relato revelam a sua experiência pessoal nas visitas ao Darfur e ao Norte do Uganda e relatam as histórias das extraordinárias pessoas que no terreno lutam para que os genocídios e outras atrocidades em massa sejam definitivamente banidos pela comunidade internacional. 
É possível pôr fim a estes horrores! Está também nas nossas mãos: a acção dos cidadãos em todo o mundo pode fazer uma diferença enorme na protecção e sobrevivência de comunidades e povos inteiros, vítimas desta violência. 

Tome posição. Erga a voz.
Chegou o momento de agir e este livro explica-lhe como.
"retirado do site Editorial Bizâncio


O Jardim Secreto

Autor: Francisco Gouveia

Pág.: 260
ISBN: 972-53-0219-2
Ano: 2003
Preço de Capa: €13.63
Preço Online: €12.27

Gentilmente enviado pela Editorial Bizâncio para eu ler e dar a minha sincera opinião. Muito obrigada.

Sinopse:

"Portugal, primórdios do século XIX, um país devastado pelas Invasões Francesas e pelas convulsões 
sociais. Numa pequena vila escondida no Nordeste Transmontano nasce um herói que vai desafiar o exército de Napoleão, unindo rudes camponeses contra os invasores. Abalada pela guerra e pela destruição, a pequena comunidade rural será o berço desse herói e palco de uma estranha história de amor que vai abalar a vida da mais poderosa família da terra. No centro do drama, um jovem regressará, muito depois, para descobrir as suas origens. É neste cenário que se desenrola a acção de O Jardim Secreto, um romance de paixões, onde o mistério e o imprevisto se misturam. Um romance sobre o poder, sua conquista e preservação para além da morte."
retirado do site Editorial Bizâncio

Excelentes leituras com livros da Editorial Bizâncio, a editora que está sempre perto do leitor.

Divulgação dos livros da Chiado Editora gentilmente enviados para crítica no blog

A Fábula de Dualina
Autor: Arnaud Mattoso
Data de publicação: Outubro de 2014
Número de páginas: 60
ISBN: 978-989-51-2118-2
Colecção: Mundo Fantástico
Género: Literatura Fantástica
Preço em Papel: 9,00 euros
Preço em eBook: 3,00 euros
Livro gentilmente enviado para eu ler e dar a minha singela opinião.
Sinopse:
«Nunca mais esqueci deste nome, nem dela.
O amor é persistente, não nos abandona facilmente.
Nunca tive coragem de contar a verdadeira história do que houve no dia em que me afoguei e morri. Achava que ninguém acreditaria numa fábula como essa.
Preferi o silêncio.
Guardei a história e o segredo das sereias surfistas como um sonho bom. Mas passado tanto tempo, anos que nada significaram, ainda sinto vontade de revê-la e a necessidade de contar ao mundo o que aconteceu naquela tarde mágica.
Porque Dualina foi para mim a coisa, pessoa, sereia, peixe-mulher ou mulher-peixe mais importante que aconteceu em minha vida, mesmo que ela de verdade, talvez, nunca tenha existido.»retirado do site Chiado Editora

Espada que Sangra 
Volume I
Autor: Nuno Ferreira
Data de publicação: Agosto de 2014
Número de páginas: 676
ISBN: 978-989-51-1736-9
Colecção: Mundo Fantástico
Género: Literatura Fantástica
Preço:17,00 euros
Livro gentilmente enviado para eu ler e dar a minha singela opinião.
Sinopse:
“A palavra dos homens teve muito crédito, em tempos idos. Mas quando a soberba e a sede de poder e glória moldam o comportamento humano, a mentira torna-se um instrumento para pentear as suas próprias fraquezas.”

Espada Que Sangra é o primeiro volume de Histórias Vermelhas de Zallar, um delicioso cocktail de fantasia, intriga, mistério, suspense, erotismo, aventura e ação, passado num mundo fantástico de civilizações que nos apaixonam a cada página. Zallar é um mundo complexo, onde três continentes lutam arduamente pela sua sobrevivência. No Velho Continente existe uma terra almejada há milénios, desde os tempos em que os medonhos Homens Demónio dominavam a região: Terra Parda, onde as cidades-estado são chamadas de espadas e um minério conhecido por tormento negro tornou possível a existência de armas de fogo. Hoje, são os descendentes dos extintos Homens Demónio quem ameaça as fronteiras desta terra próspera em vegetação, savanas e desertos – os malévolos mahlan. A Guerra Mahlan está prestes a atingir o seu ápice, e agora, tudo pode acontecer. Mas Lazard Ezzila e Ameril Hymadher, reis das principais fortalezas de Terra Parda que viveram um intenso romance na sua juventude, vão perceber de uma forma perturbadoramente selvagem que os seus maiores inimigos podem viver consigo ou partilharem dos seus próprios lençóis."
retirado do site Chiado Editora

Uma nova Esperança?
Autor: Adriana Ribeiro
Data de publicação: Novembro de 2014
Número de páginas: 276
ISBN: 978-989-51-2231-8
Colecção: Viagens na Ficção
Género: Ficção
Preço em papel: 15,00 euros
Preço em eBook: 3,00 euros
Livro gentilmente enviado para eu ler e dar a minha singela opinião.
Sinopse:
"Sofia mudava de cidade para fugir do amor que a atraiçoara.
Duarte perdera a esposa num trágico acidente de viação e o seu filho, Luís, deixara, praticamente, de falar por causa da perda repentina da mãe.
Conseguirão eles esquecer o passado e refazer a sua vida?
Haverá uma nova esperança para eles?"retirado do site Chiado Editora
Heroína
Autora: Helena Duque
Data de publicação: Março de 2014
Número de páginas: 212
ISBN: 978-989-51-0916-6
Colecção: Viagens na Ficção
Género: Romance
Preço: 12,00 euros
Livro gentilmente enviado para eu ler e dar a minha singela opinião.
Sinopse:
"Sentia-me a corar, não por estar envergonhada mas por me sentir zangada comigo própria. Devia estar a reunir todas as forças do meu corpo para me recordar do fosso de onde saí depois da nossa intensa relação, em vez de estar a pensar no quão belo ele estava. Devia estar a lembrar-me das mágoas do passado e não a apreciar a tentação do presente.

Quando Maria Alice de Castro enfrenta uma nova fase da sua vida, o seu mundo sofre uma acidentada reviravolta com um reencontro inesperado. De olhos azuis, cabelos loiros e uma postura vincada, Ricardo Martins surge com os fantasmas antigos e revela-se tão irresistível como ela se lembrava. No entanto, Ricardo faz parte de um passado que Maria Alice deseja esquecer por todos os transtornos que sofreu desde então.

O que Maria não compreende é que, por trás daqueles acontecimentos obscuros que partilhou com Ricardo, existe uma história que pode justificar as acções que tanto a magoaram. Presa a um presente idílico, recusa-se a ouvir a voz do passado – e, quando ela menos espera, pode ser tarde de mais para voltar atrás nas suas decisões."
retirado do site Chiado Editora

Batalha Entre Sistemas
Autor: J. A. Alves
Data de publicação: Maio de 2015
Número de páginas: 716
ISBN: 978-989-51-3556-1
Colecção: Viagens na Ficção
Género: Ficção
Preço em papel:18,00 euros
Preço em eBook: 3,00 euros
Livro gentilmente enviado para eu ler e dar a minha singela opinião.
Sinopse:
"Naquele momento, a Galáxia estava virada para os acontecimentos que sucediam entre os dois Sistemas estelares vizinhos, separados pelo deslumbramento de uma estrela encarnada e por uma devastadora guerra religiosa que já durava há algumas décadas. Constava-se que  os eventos entre Sistema Encarnado e Cloud tiveram o seu génesis no momento da  descoberta de um portal infernal, algures na zona de El’Kabur – o lado mais escuro do Universo, por conquistadores cloudeanos a mando dos seus ambiciosos ministros, libertando um exército de criaturas lideradas pelo Sem Corpo, um ser superior cuja maior ambição era conseguir um corpo físico que durasse uma eternidade e assim conseguir reconstruir o seu império, tendo Cloud como um dos seus objectivos.
Governado há tempos idos por uma casta de monges reis, que cultivavam a prática de uma antiquíssima religião pacífica, mas poderosa, que simplesmente denominavam como Disciplina, Encarnado enfrentava os seus próprios problemas. Idris, o atual monge rei, vê-se obrigado a abandonar o Sistema, deixando-o desfragmentado. Ele sabe que terá que sacrificar a esposa e os quatro filhos por um bem maior.
A luta entre a Luz e as Sombras não se fará esperar."retirado do site Chiado Editora

Excelentes leituras sempre na companhia da Chiado Editora, a editora que tem livros para todos os gostos e aposta nos escritores portugueses.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

PE | João Pedro Marques no Porto de Encontro

O autor do recentemente publicado Do outro lado do mar é o convidado para o primeiro “Porto de Encontro” de 2016. João Pedro Marques estará à conversa com o jornalista Sérgio Almeida, numa sessão que conta ainda com a participação especial do jornalista Júlio Magalhães. As habituais leituras serão asseguradas por Manuela Leitão. Nascido em Lisboa, em 1949, João Pedro Marques foi professor do ensino secundário e, depois, durante mais de duas décadas, investigador do Instituto de Investigação Científica Tropical e Presidente do Conselho Científico desse Instituto, em 2007-2008. Em 2010 a Porto Editora publicou o seu primeiro romance, Os Dias da Febre, ao qual se seguiu, em 2012, Uma Fazenda em África e, depois, em 2014, O Estranho Caso de Sebastião Moncada. Do outro lado do mar, publicado em 2015 é o seu mais recente romance. A 42.ª edição do “Porto de Encontro” conta com a colaboração da C.M. Porto e tem o apoio do Jornal de Notícias, da Antena 1, do Porto Canal, das Livrarias Bertrand, da Porto Barros e da Arcádia. Esta iniciativa está a ser divulgada no sítio do Porto de Encontro em: www.portoeditora.pt/portodeencontro www.facebook.com/portodeencontro.
Excelentes leituras na companhia da Porto Editora a editora mais perto de si.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

PE I Valter Hugo Mãe e Tolentino Mendonça levam a Viagem Literária ao Funchal

 
Excelentes leituras na companhia da Porto Editora a editora mais perto de si.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Minha opinião sobre o conto "Um Natal Assombrado" de Patrícia Morais

Um Natal Assombrado
Patrícia Morais
Conto grátis na smashwords
Minha opinião:
Quando comecei a ler o conto pensei que boa leitura para ter sido realizada no Natal passado, ainda para mais com este título "Um Natal Assombrado"deve ser assustador.

Entretanto pesquisas feitas e fiquei a saber que este é um conto protagonizado pelas personagens do livro "Sombras" publicado pela Coolbooks. 

No geral não gostei de ler este conto, tinha uma ideia pré-concebida e saiu tudo ao contrário e pior saiu mal.

Como já referi, não tem nada a ver com a ideia que eu idealizei para o conto, de assustador nada tem e por isso acho o título não tem muito a ver com o conteúdo do conto. Este é um conto simples, com uma narrativa bem estrutura e compreensível. Nestas poucas páginas ficamos a conhecer um bocadinho daquilo que é o Natal de Lilly agora que está longe da sua família. 

A história deste conto não tem progresso, não houve factor surpresa nem nenhum acontecimento que possamos considerar marcante e cativante. 
No entanto, fiquei com alguma curiosidade em relação ao livro "Sombras". 

Recomendo para quem gosta de contos.

Classificação 2** no Goodreads.

Excelentes leituras!

sábado, 16 de janeiro de 2016

Minha opinião sobre a BD "O céu cai-lhe em cima da cabeça" dos escritores de Albert Uderzo, René Goscinny


O Céu Cai-lhe em Cima da Cabeça

de Albert Uderzo, René Goscinny; Tradução: Maria José Pereira,Paula Caetano; Ilustração: Albert Uderzo
Edição/reimpressão:2006
Páginas: 48
Editor: Edições Asa
ISBN: 9789724144184
                                 Coleção: Astérix
                               Preço:11,61 (já o tinha em casa desde que foi lançado em 2006)
Comecei a ler:16-01-2016
Terminei de ler:16-01-2016
Sinopse:
«Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 6º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.

Mais uma vez a famosa aldeia dos irredutíveis gauleses foi invadida! Mas, desta feita, os romanos estão completamente inocentes. De um momento para o outro, todos os habitantes da aldeia gaulesa ficam imobilizados, com excepção de Astérix, Obélix, Panoramix e Ideiafix. Esta situação coincide com a chegada de uma misteriosa nave, tripulada por um estranho personagem de nome Tune, oriundo de uma estrela distante. Os nossos heróis ficam então a saber que possuem uma "arma secreta" pretendida pelos Nagmas, uns seres estranhos e antipáticos, rivais dos habitantes de Wendalsity. Os nossos amigos gauleses vão contar com a preciosa ajuda do simpático Tune, para evitar que a famosa poção mágica caia nas mãos dos terríveis Nagmas - que pretendem tornar-se os únicos senhores do Universo - e espera-se uma missão deveras complicada! Mas nada vai impedir que esta história termine como todas as outras… com um magnífico banquete!

O álbum "O Céu Cai-lhe em Cima da Cabeça" - o 33.º da série Astérix, foi publicado a 14 de Outubro de 2005 simultaneamente em 27 países, e com uma tiragem total na Europa de 8 milhões de exemplares - um novo recorde para esta série. Este livro é a 8.ª aventura de Astérix que Uderzo assina em 27 anos de trabalho a solo.»
retirado do site wook
O escritor Albert Uderzo:
Autor de banda desenhada, ilustrador e publicitário, Albert Aleandro Uderzo nasceu a 25 de Abril de 1927, em Fismes, no Marne (França), no seio de uma família de origem italiana.
Em 1940 foi admitido na SPE (Société Parisienne d'Édition), iniciando-se nas Artes Gráficas como desenhador, entre outras funções. Nesse mesmo ano colaborou com a revista Junior e conheceu o desenhador Edmond-François Calvo, com quem aprendeu a fazer banda desenhada.
Com a França ocupada, interrompeu o seu interesse pela BD durante o tempo em que trabalhou com o pai, numa oficina de um luthier.
Em 1945 publicou a sua primeira BD, Flamberge Gentilhomme Gascon, tendo também criado Clopinard no mesmo ano.
Começou a colaborar com a revista OK em 1946, onde criou várias personagens como Arys Buck, Prince Rollin e Belloy (1948), este último mais tarde recuperado para o jornal La Wallonie (1950) e para as revistas Pistolin(1955) e Pilote (1962). Já no início da década de 50, colaborou noutras publicações como Bravo! (1950), France-Dimanche (1950), aqui como repórter-desenhador, France-SoirLa Chambre du haut, e nas BD publicitárias que surgiram em diferentes jornais. A sua ligação à agência International-Press de Bruxelas aconteceu em 1951, onde conheceu Jean-Michel Charlier, Victor Hubinon, Mitacq, Eddy Paape e Jean Graton, que viriam a revelar-se grandes criadores de BD. Aí, e nesse mesmo ano, conheceu também René Goscinny, com o qual estabeleceu uma cumplicidade que se traduziu em múltiplos trabalhos, iniciada com Jehan Pistolet, um gentil corsário, e com Luc Junior - séries publicadas em 1952 no suplemento "La Libre Junior" do jornal La Libre Belgique. Em parceria com René Goscinny criou também um simpático pele vermelha, Oumpah-Pah (Humpá Pá), cuja primeira versão de 1952 foi recusada por vários editores, mas que acabaria por ser publicada na revista Tintin, entre 1958 e 1962.
Outros periódicos, onde se podem encontrar várias bandas desenhadas de Uderzo, são a revista Risque-Tout(1955), bem como Benjamin et Benjamine (1956) para a qual criou a série do mesmo nome, ou ainda Paris Flirt e Jeannot.
Albert Uderzo, René Goscinny e Jean-Michel Charlier, também argumentista, fundaram em 1955 a Édipresse (agência de imprensa) e a Édifrance (agência de publicidade), a partir das quais nasceram publicações (como a revista Pistolin), personagens e colaborações com outros autores, como resposta a um conflito pelo reconhecimento dos direitos dos autores.
Uderzo esteve intimamente ligado ao nascimento da Pilote, da qual foi o director artístico, maquetista e ilustrador, revista que se tornou um marco na BD europeia dos anos 60. No seu número inaugural, de 29 de Outubro de 1959, apareceu desde logo Astérx, série humorística criada com argumentos de Goscinny, e também Tanguy e Laverdure, série realista criada com argumentos de Jean-Michel Charlier, ambas sob desenho de Uderzo.
Dado o extraordinário êxito conseguido com Astérix, sobretudo a partir do momento em que se popularizam as edições em álbum, Uderzo foi obrigado a deixar as suas outras criações, nomeadamente Tanguy e Laverdure, que continuou com argumentos de Charlier, sob desenho de outros autores.
Ao popularizar-se a sua leitura entre adultos e crianças, Astérix ajudou a aumentar a notoriedade da banda desenhada em França, deixando de ser encarada como uma actividade menor destinada à infância.
Até 1977 foram editados, em média, dois álbuns por ano da série, fruto da grande popularidade adquirida, que também se alargou a outros países europeus. Em simultâneo, desenvolveram-se desenhos animados, produtos derivados e publicidade, que utilizava Astérix para as mais variadas campanhas, consolidando a popularidade do pequeno gaulês e amigos.
Em 1974 Uderzo fundou, com Goscinny e o editor George Dargaud, o Studio Idéfix, dedicado à realização de desenhos animados, que funcionou até 1978. Com a morte de René Goscinny em Novembro de 1977, o último álbum feito pelos dois autores, Astérix chez les Belges (Astérix entre os Belgas), apenas seria editado em 1979. Nesse ano, Uderzo criou as Éditions Albert-René, que editam os álbuns da série que passou a realizar a solo, para além de outros títulos criados por Uderzo e Goscinny. O primeiro álbum de Astérix, produzido a solo, Le Grand Fossé (O Grande Fosso), foi editado em 1980.
De entre as muitas distinções recebidas pela sua obra, destaque para o Grande Prémio do Milénio, atribuído durante o 26.º Festival Internacional de BD de Angoulême, em 1999, e o Prémio "Max und Moritz" o mais prestigiado da BD alemã, concedido no XI Festival Internacional de BD de Erlangen, em 2004.

O escritor René Goscinny:
René Goscinny nasceu a 14 de Agosto de 1926, em Paris (França).
Filho de mãe ucraniana e de pai polaco, passou grande parte da sua infância na Argentina, onde chegou com quase dois anos.
Frequentou o Liceu Francês de Buenos Aires, distinguindo-se como bom aluno, colaborando activamente nos boletins Notre voix e Quartier Latin, onde publicou os seus primeiros textos e desenhos.
Com a súbita morte do pai, no Natal de 1942, a hipótese de ser admitido em Belas-Artes foi posta de parte, começando por trabalhar na publicidade.
Em 1945 partiu para os EUA com a sua mãe, juntando-se a familiares que viviam em Nova Iorque, trabalhando em traduções numa empresa de importações e exportações. Foi em 1948 que se iniciou como assistente num pequeno estúdio de desenho, onde pontificavam nomes que mais tarde se tornarão célebres, como Harvey Kurtzman e outros colegas, que fundarão a revista Mad, em 1952.
Em 1950 conheceu Joseph Gillain (Jijé) e Maurice de Bévere (Morris) que, como ele, tentavam a sua sorte no país de todas as oportunidades. Deste encontro, nascerão vários projectos e a hipótese de tentar a sua sorte na Bélgica e em França.
Regressado à Europa, abandonou a expectativa de vingar nos desenhos, confiando em tirar partido dos seus textos. Acabou por conhecer Albert Uderzo em 1951, em Paris, iniciando-se uma cumplicidade que terá o seu apogeu com a criação de "Astérix", em 1959. Antes disso, colaborou em diversos periódicos, como Moustique eSpirou. Neste último começou a sua longa colaboração com Morris, assegurando os argumentos de Lucky Luke, série criada a solo pelo primeiro, em 1949.
Um conflito pelo reconhecimento dos direitos dos autores acabou por levar a que Goscinny, Uderzo e ainda Jean-Michel Charlier, também argumentista, fundassem a Édipresse/Édifrance, agência especializada na imprensa de comunicação. Aí nasceram publicações de natureza diversa, multiplicando-se as personagens e as colaborações com outros autores.
Em 1955 surgiu Le Petit Nicolas (O Pequeno Nicolau), sob ilustrações de Jean-Jacques Sempé, publicado em Le Moustique, inicialmente como BD, depois em Sud-Ouest e na Pilote, na versão de texto e ilustração. Em 1956 iniciou-se a colaboração na revista Tintin, onde Goscinny pontificou em diferentes séries, destacando-se, no ano seguinte, o aparecimento de Spaghetti (com Dino Attanasio), Modeste e Pompon (com André Franquin) e Oumpah-Pah (Humpá-Pá em Portugal, com Albert Uderzo). Humpá-Pá, o simpático pele vermelha, apareceu em 1958, numa segunda versão, depois de uma experiência sem êxito em 1951.
Goscinny, Uderzo e Charlier lançaram-se numa outra aventura conjunta, ao criarem a revista Pilote, em 1959, que marcou fortemente a BD europeia da década seguinte. Logo no número inaugural surgiu Astérix, a mais célebre das várias criações de Goscinny e de Uderzo que, em poucos anos, se tornou num verdadeiro fenómeno de popularidade e motivo de orgulho para a República Francesa. Pegando num emblemático momento da História de França, a resistência ao invasor romano, e beneficiando de argumentos portentosamente escritos por Goscinny e um registo gráfico que foi sendo aprimorado por Uderzo, a série foi multiplicando o número de títulos e de edições no estrangeiro, sobretudo na Europa, onde a sua popularidade não tem parado de crescer.
Os autores foram impondo um ritmo de dois novos álbuns por ano, cujas tiragens foram batendo sucessivos recordes. No entanto, Goscinny não esmoreceu, as suas outras séries e criações, continuando a trabalhar para vários autores e publicações. Depois de dificuldades iniciais surgidas na Pilote, George Dargaud, importante editor francês, comprou a revista por um preço simbólico. Goscinny e Charlier assumiram a chefia da redacção, começando a revista a registar significativos aumentos nas vendas, ao mesmo tempo que novos talentos como Giraud, Mézières, Fred, Gotlib e Reiser foram despontando.
Em Janeiro de 1962 surgiram As Aventuras do Califa Haroun El Poussah, no primeiro número da revista Record, série depois rebaptizada como As Aventuras do Grão-Vizir Iznogoud, dada a extraordinária popularidade que o grão-vizir usurpador (Iznogoud) começou a desfrutar. Tudo porque ele "quer ser califa no lugar do califa"!
No início da década de 70, reflexo do Maio de 68, retirou-se da chefia de redacção da sua Pilote, contestado pelos autores mais novos, que pretendiam dar outra dinâmica à revista, concentrando-se nas suas múltiplas criações. Fundou nessa época, com Uderzo, o Studio Idéfix, dedicado à realização de desenhos animados das suas séries e a sua própria editora, a Éditions Albert-René. 
Faleceu na sua cidade natal, a 5 de Novembro de 1977, vítima de uma crise cardíaca, no auge da sua popularidade, trabalhando a um ritmo frenético, com muita energia, criatividade e talento. A sua obra, de tão vasta que é, deu origem ao Dictionnaire Goscinny (Dicionário Goscinny), saído em 2003, volumoso livro em que pontificam todos os seus trabalhos editados em livro/álbum, com os seus autores a considerarem que seria necessário um outro similar referente às histórias que nunca saíram das páginas de jornais e revistas. As dezenas de livros editados com o seu nome, alguns com tiragens de vários milhões de exemplares, tornaram-no no autor francês mais traduzido em todo o Mundo.
A sua esposa Gilberte (entretanto falecida) e a sua filha Anne instituíram o Prémio René Goscinny, que recompensa jovens argumentistas de BD e cuja entrega ocorre, todos os anos, durante o Festival de Angoulême.
Minha opinião:
Já fazia muito tempo que não lia uma BD, principalmente do Astérix. Em tempos li muitas mas não sei bem porquê mas parei de as ler.
Foi excelente o reencontro com este tipo de livro, claro que será escusado referir que adorei, são as minhas BD preferidas. Fartei-me de rir e isso descomprimiu um pouco das outras leituras.

Recomendo para quem gosta de BD.
Classificação  de 4**** no Goodreads.
Excelentes leituras!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Minha opinião sobre o livro "Carta a um Refém" do escritor Antoine Saint-Exupéry

Carta a um Refém

de Antoine de Saint-Exupéry
Edição/reimpressão:2015
Páginas: 64
Editor: Relógio D'Água
ISBN: 9789896414962
Preço: 9,50 euros (prenda de natal da minha irmã no ano de 2000)
Comecei a ler: 15-01-2016
Terminei de ler:15-01-2016
Sinopse:
«Quando, em dezembro de 1940, atravessei Portugal de passagem para os Estados Unidos, Lisboa surgiu-me como uma espécie de paraíso luminoso e triste. Falava-se então muito de uma invasão iminente, e Portugal apegava-se à ilusão da sua felicidade. Lisboa, que organizara a mais encantadora exposição que já se vira no mundo, sorria com um sorriso um tanto pálido, semelhante ao daquelas mães que, não tendo notícias de um filho que está na guerra, se esforçam por o salvar através da sua confiança: "O meu filho está vivo, porque eu estou a sorrir…", "Vejam como estou feliz, tranquila e bem iluminada…", assim dizia Lisboa. O continente inteiro pesava sobre Portugal como uma montanha selvagem cheia de tribos predatórias; Lisboa em festa desafiava a Europa: "Como poderão tomar-me por alvo quando tenho tanto cuidado em não me esconder! Quando eu sou tão vulnerável!…"»retirado do site wook

O escritor Antoine Saint-Exupéry:
"Nasceu há cem anos, a 29 de Junho, em Lyon, Antoine de Saint-Exupery, autor de "O Principezinho", o livro mais traduzido em todo o mundo, a par da Bíblia e de "O Capital", de Karl Marx. A sua morte, aos 44 anos, num acidente de aviação, ainda hoje permanece um mistério e adensou o mito à sua volta.
Órfão de tenra idade, Saint-Exupery desde cedo mostra apetência pelos aviões e fez o seu baptizado de voo logo aos 12 anos. Com um aproveitamento irregular no Colégio de Jesuítas que frequentava, tenta a admissão à Escola Naval, mas não consegue, tendo então optado pela arquitectura. Faz o serviço militar em Estrasburgo, no 2º Regimento de Aviação, obtém um brevet, e sofre o primeiro acidente aéreo (seriam mais cinco, ao longo da sua vida, alguns bastante graves, tendo chegado a fracturar o crânio, teve uma comoção cerebral, fracturas múltiplas, ficou parcialmente paralisado no braço esquerdo).
Trabalha em várias companhias aéreas. O seu primeiro conto, "L'Aviateur" é publicado em 1926. "Courrier Sud", depois adaptado ao cinema, (Saint-Exupery dobrou ele próprio o actor principal nas cenas de voo) sai 2 anos mais tarde. Em 1931 publica o romance, "Vol de Nuit" ("Voo Nocturno"), com prefácio de André Gide, a que é atribuído o prémio Femina. Um pouco à semelhança da sua vida, "Voo Nocturno" mostra-nos um homem em que a coragem era tão natural que dela fazia pouco caso. Nesse mesmo ano casa-se com Consuelo Saucin. É repórter na Guerra Civil Espanhola em 1937 (como muitos outros intelectuais intervenientes do seu tempo, casos de Hemingway ou Orwell) e mobilizado como capitão em 1939, ano em que esboça "Le Petit prince" ("O Principezinho") e publica "Terre des Hommes" ("Terra dos Homens"". Desmobilizado no ano seguinte, passa um mês em Lisboa, de onde parte para Nova Iorque. Em 1942 sai "Pilote de Guerre" ("Piloto de Guerra"), que rapidamente se torna um best-seller. Em 1943 escreve e publica "Lettre à un Otage" e "O Principezinho". É promovido a comandante, mas restringem-lhe os voos devido à idade.
Depois de oito missões na Córsega, mais três do que aquelas que lhe haviam autorizado, em 1944, com a 2ª Grande Guerra quase a terminar, é dado como desaparecido no dia 31 de Julho. Depois de ter descolado nessa manhã, desapareceu na imensidão azul celeste que tanto amara, numa derradeira missão sem regresso. Não se sabe ao certo o local da queda. Um pescador defendeu que foi na Baía de Cassis.
Em 1948 sai postumamente o seu romance "Citadelle" ("Cidadela"). A sua escrita encantou várias gerações. Como diz Urbano Tavares Rodrigues, «(Saint-Exupéry) soube transmitir-nos as grandezas dos espaços aéreos e dos silenciosos desertos, as sensações do piloto na carlinga do avião, a pequenez do homem e a sua capacidade de se superar frente ao perigo, perante o infinito ou nas mais duras circunstâncias, como por exemplo as dos náufragos em terra inóspita, despojados de tudo.»retirado do site wook
Minha opinião:
«Mais do que uma epístola em sentido estrito, a Carta a Um Refém é um manifesto épico do autor, no qual se defende o primado do “respeito pelo homem”, uma “chama espiritual” pronta a iluminar o resgate dos “quarenta milhões de reféns” franceses, fechados “nas caves da opressão” nazi. Evocando os vários silêncios do deserto, por ele experimentados no Sara, Saint-Exupéry procura uma definição para a “substância” do que é ser-se humano. Encontra-a, primordialmente, no “desejo cego de um certo calor”, que permite ao homem prosseguir “de erro em erro”, no “caminho que conduz ao fogo”. O autor começa por recordar a sua passagem por Lisboa – “paraíso luminoso e triste” – em dezembro de 1940, onde entreviu refugiados ricos arrastando-se no Casino Estoril como fantasmas.» [José Mário Silva,ExpressoE, 2-5-2015]

Devo confessar que esta carta é realmente extraordinária, pelo seu carácter humano, o modo como o escritor fala do seu grande amigo francês que foi apanhado pelos nazis. O modo com ele fala sobre Lisboa: " Lisboa surgiu-me como uma espécie de paraíso claro e triste.".
A forma como o autor encara a verdade mais pura chegando mesmo a referir que:"...e cada um de nós só detém uma parcela da verdade...".
Um livro que se lê num ápice mas que nos deixa a reflectir muito tempo.
Recomendo vivamente a sua leitura.
Classificação de 5***** no Goodreads.
Excelentes leituras!

Minha opinião sobre o livro "A História da Minha Máquina de Escrever" do escritor Paul Auster

A História da Minha Máquina de Escrever

de Paul Auster
Ilustrações de Sam Messer
Edição/reimpressão:2006
Páginas: 68
Editor: Edições Asa
ISBN: 9789724147345
Preço:4,90 euros
Comecei a ler:15-01-2016
Terminei de ler: 15-01-2016
Sinopse:
"A História da Minha Máquina de Escrever é um tributo à relação - intensa e muitas vezes determinante - entre um escritor e a sua máquina de escrever. Ao longo de 30 anos, a velha máquina Olympia de Paul Auster foi a corrente de transmissão dos romances, contos e textos de um dos mais emblemáticos escritores norte-americanos. 
Paralelamente, os vigorosos e obsessivos desenhos e pinturas que Sam Messer dedica ao autor e à sua máquina de escrever conseguiram, como escreve Paul Auster, «converter um objecto inanimado num ser com personalidade, com uma presença no mundo»."
retirado do site wook
Críticas de imprensa:
"Uma extravagância deliciosa."
The New York Times
"Um estranho e cativante livro de arte."
Publishers Weekly
"A paixão conduziu a um livro encantador e original."
Vogue
O escritor Paul Auster:
"Autor de culto, nome cimeiro da actual literatura norte-americana, Paul Auster nasceu em Newark em 1947. 
Escritor de romances sobre almas solitárias, o seu nome é familiar aos devotos da literatura de ficção. A sua obra caracteriza-se por histórias fortes e prosa limpa. O confronto entre o Indivíduo e o vazio, o poder da contingência, a natureza da solidão e memória, são alguns dos temas abordados nos seus romances. Nos seus romances, a narração é geralmente levada a cabo por personagens cuja perturbação vai aumentando à medida que a acção se desenvolve. Realismo, fantasia, acaso e potencialidades realizadas e irrealizáveis vão-se fundindo de forma indestrinçável. 
Paul Auster também se dedicou ao cinema e em 1998 realizou o seu primeiro filme a solo Lulu on the Bridge, com argumento seu. Actualmente (Junho de 2006) encontra-se em Portugal a rodar um novo filme, "The Inner Life of Martin Frost", produzido por Paulo Branco. Paralelamente à carreira de escritor, entre 1986 e 1990 ensinou escrita criativa na Universidade de Princetown, em Nova Iorque. 
Em 1993 Paul Auster foi nomeado em França Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras e nesse mesmo ano ganhou o Prémio Médicis para Literatura Estrangeira.
Em 2006 foi-lhe atribuído o Prémio Príncipe de Astúrias das Letras. 
As Loucuras de Brooklyn, editado pelas Edições ASA, é o seu último romance."
retirado do site wook
Minha opinião:
Este livro fala-nos da máquina de escrever que acompanhou Paul Auster durante 30 anos, a máquina tem o nome de Olympia. Para o escritor já era mais que uma simples máquina era uma companheira de viagens escritas e de viagem.
O que mais me fascinou neste livro é o carinho com que Paul trata a sua Olympia, o modo diferente com que o escritor escreve sobre um objecto, que deixa de ser, pois já tem alma e faz parte integrante da vida do escritor.
Um dos maiores fascínios deste livro são as excelentes ilustrações de Sam Messer, são excelentes, transmitem sentimento puro, a mim como leitora, mesmo sem conhecer a máquina Olympia através das ilustrações foi como se a conhecesse.
Recomendo vivamente a leitura deste livro.
Classificação de 4**** no Goodreads.
Excelentes leituras!